Rui Costa é o Diretor Operacional do Doutor Finanças, o que significa que está por trás da parte operacional de cada pedido que nos chega. Fique a conhecê-lo.

Rui Costa é o entrevistado deste mês da rúbrica o “Perfil do Doutor”. Atualmente dedica-se ao estudo nos tempos livres, mas espera num futuro próximo ter um tempo para viajar e ler um bom livro. Conheça o seu trabalho, como vive os ensinamentos do Doutor Finanças e qual a melhor dica de poupança que tem para si. 🙂

“Eu vivo os ensinamentos do Doutor Finanças, porque eles são uma parte de mim. A minha formação é em Economia, a palavra economia vem de economizar. Logo, poupar é uma coisa que já me está no sangue, cada cêntimo que consigo poupar, é um cêntimo que posso investir.”

Quem é o Rui Costa?

Uma pergunta fácil, mas de resposta difícil, porque nem sempre aquilo que somos é aquilo que descrevemos de nós mesmos. Talvez seja uma boa questão para as pessoas à minha volta responderem 😊.

Não consigo dizer se sou tranquilo ou ambicioso ou pragmático, mas posso dizer que sou uma pessoa que encara cada desafio de forma ambiciosa, onde a meta é sempre a linha de partida. A vida é cheia de desafios, não existe melhor motivação do que saber que cada dia é um dia em que podemos fazer a diferença junto de centenas de famílias. Este feito só é possível, graças ao fantástico grupo de pessoas que me rodeiam. Para que eles continuem todos os dias a dar o seu melhor, procuro dar o meu máximo junto de cada equipa, para que eles se sintam motivados, integrados e acima de tudo que tenham espírito crítico na procura de soluções, porque onde existe um problema, há uma solução, só ainda não chegamos a ela.

Atualmente as minhas horas livres são dedicadas ao estudo, deixei de ter muito tempo para ler e viajar, que são das coisas que mais gosto de fazer. Num futuro próximo, espero conseguir tirar um fim de semana para viajar e aproveitar para ler um bom livro.

O que faz e qual é o seu trabalho na equipa do Doutor Finanças?

Sou Diretor Operacional. O meu trabalho consiste em gerir toda a parte operacional que está por trás de cada pedido de contacto que o Doutor Finanças recebe diariamente.

Cada elemento da equipa do Doutor Finanças, tem um propósito “Ser um especialista ao seu lado”, para que esse propósito seja possível, neste mundo de constante mudança, nós próprios temos que estar sempre em constante mudança.

Qual é a melhor parte do seu trabalho?

Em poucas palavras, “fazer o bem, bem feito. Isto só é possível, graças às pessoas fantásticas que me rodeiam.  

Põe em prática os ensinamentos do Doutor Finanças na sua própria vida financeira? Qual é a dica/prática financeira da qual não abdica na sua vida pessoal?

Eu vivo os ensinamentos do Doutor Finanças, porque eles são uma parte de mim. A minha formação é em Economia, a palavra economia vem de economizar. Logo, poupar é uma coisa que já me está no sangue, cada cêntimo que consigo poupar, é um cêntimo que posso investir.

As dicas e os ensinamentos do Doutor Finanças, tem um propósito muito especial que nem sempre sabemos que ele está lá. Dar às pessoas o poder de escolher. Eu não abdico do meu poder de escolher, poder decidir se quero comprar já, ou se prefiro poupar e comprar depois. Se vou jantar em casa ou se vou ao restaurante.

Com as dicas do Doutor finanças, podemos escolher com consciência, podemos analisar os prós e os contras de cada escolha que fazemos, e no final aprender com essa escolha para que na próxima vez seja possível fazer uma escolha ainda melhor.

Qual é o seu pior defeito a gerir dinheiro e que gostaria de melhorar?

Não sei se é um defeito, mas eu sou muito apegado ao dinheiro, por outras palavras, sou forreta. Quando tenho que fazer um investimento, seja ele comprar um eletrodoméstico ou uma peça de roupa, até tomar a minha decisão, faço mil e uma perguntas, comparo o preço e a qualidade das diversas opções até conseguir encontrar o produto que me satisfaça e me dê garantias de qualidade.

Partilhe a sua melhor dica de poupança com os leitores do Doutor Finanças.

Uma dica simples e que não custa nada por em prática. Deixar de andar com dinheiro na carteira.

Quando temos dinheiro na carteira, o impulso para o gastar é maior e se não tiver o hábito de fazer o orçamento diários, chegamos ao final do dia com o dinheiro gasto sem saber muito bem onde.

Se, sempre que tiver que fazer uma compra, tiver que utilizar o cartão de débito, pelo menos chega ao final do dia e sabe onde gastou exatamente cada cêntimo. Para poder poupar, primeiro tem que saber onde está a gastar o dinheiro.