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As 3 maiores dores da carteira e como curá-las – os conselhos do Dr. Finanças na revista Forbes

Catarina Alves de Sousa Catarina Alves de Sousa , 6 Março 2017 | 1 Comentários
Na edição deste mês da revista Forbes, o Doutor Finanças aborda as três maiores dores da carteira dos portugueses e as respetivas curas. Veja se partilha as mesmas dores e como pô-las em prática. O artigo é da revista Forbes e pode lê-lo na íntegra nas imagens mais abaixo.

1. A falta de um orçamento familiar

O orçamento familiar é a principal ferramenta que se pode utilizar para ferir as finanças. Segundo Rui Bairrada, co-fundador do Doutor Finanças, "É quase como um chapéu de chuva quando chove muito. Ninguém se atreve a ir para a rua numa tempestade sem um chapéu".

Cura:

Para "domar" as finanças pessoas é necessário um orçamento: elencar as despesas e receitas para perceber onde é aplicado o dinheiro.

2. Ignorância do número de créditos

Poucos sabem quantos créditos tem ao certo. "Nos workshops, quando faço a pergunta de quantos créditos é que alguem tem, as pessoas não sabem dizer A resposta é sempre a mesma: dois, três", conta Rui. Na verdade, depois de uma visita aos dados do Banco de Portugal, a resposta é quase sempre superior. Uma das razões para tanto crédito é a proliferação de cartões associados a empresas, como as de retalho, nas carteiras das pessoas.

Cura:

As pessoas associam os cartões a descontos, mas esquecem-se que, por detrás daqueles descontos, está sempre um cartão de crédito associado. Este é um dos principais problemas em Portugal, assume o Doutor Finanças. E a solução é limitar a subscrição destas ferramentas.

3. Desconhecer condições

Tem algum crédito à habitação? Se sim, sabe a taxa? E sabe quantos anos faltam para o contrato acabar? Na maior parte das vezes, as pessoas "sabem só que têm um crédito e estão a pagá-lo", diz Rui. Às vezes nem sabem a prestação ao certo. "Se não souber o que estou a pagar, nunca saberei se posso ter melhor ou pior", defende.

Cura:

Rui recomenda coligir os detalhes relativos a todos os créditos. A recomenda a utilização da ferramenta do Banco de Portugal que permite extrair o Mapa de Responsabilidades de Crédito, para saber com o que se pode contar para o futuro. 

Doutor Finanças na revista Forbes

Pode ler o artigo na íntegra abaixo.  A nova edição da revista Forbes Portugal já está nas bancas, mas pode espreitá-la aqui.
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