Crédito Consolidado

Como gerir o dinheiro em 2016?

João Raposo João Raposo , 7 Janeiro 2016

Muitos consideram que o ano 2016 será um ano de viragem da página na austeridade e que teremos muitos motivos para festejar. Outros são mais cautelosos e apelam para a prudência na gestão do dinheiro. Neste artigo procuraremos abordar estes e outros temas e trazer algumas ideias para ajudar a melhorar a gestão do seu dinheiro.

Será que tudo mudou?

Não vamos discutir política. Não sabemos se mudou muito ou mudou pouco. Procuramos antes ser prudentes e “esperar para ver”. A Prudência é uma virtude com um grande valor económico. As coisas até podem ter mudado mas só ganhamos em ser prudentes na forma como gerimos o nosso dinheiro até que consigamos sentir a mudança nas nossas vidas.

A economia é feita de expetativas. É certo que uma postura de otimismo é benéfica para o consumo e para o investimento. Mas os seus efeitos só serão duradouros se este otimismo for realista.

Ainda teremos desafios pela frente

Sendo natural que sintamos uma menor austeridade, tal não significa que não continuemos a viver com restrições. Neste momento, é importante percebermos se conseguimos aguentar a austeridade na nossa vida durante mais uns meses ou se o aumento do consumo é fundamental para a nossa vida (não defendemos a austeridade sem sentido, atenção). É certo que algumas despesas foram reduzidas ao essencial… mas por que não pensar se faz sentido voltar ao que gastávamos antes?

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Preveja o futuro

A melhor forma de gerir o dinheiro é procurar prever o futuro. E isso passa por fazer uma previsão de ganhos e de custos. Há quem defenda fazer um orçamento semanal. Outros um orçamento mensal. E outros ainda fazer um orçamento familiar anual. Aqui, assumimos uma postura muito prática. Comecemos no pouco para evoluir para algo mais exigente. Assim, sugerimos que:

  • Veja onde gasta o seu dinheiro. Conforme recomendamos neste artigo, o Boonzi é uma ferramenta imprescindível neste passo e pode até utilizá-lo gratuitamente.
  • Questione-se se essa despesa é essencial;
  • Questione-se se pode cortar ou gastar o dinheiro de forma mais eficiente;
  • Tenha uma postura de negociação.

Depois de saber onde gasta o dinheiro, de se questionar e de cortar as suas despesas (se é que consegue ainda poupar mais dinheiro) estará numa situação financeira e emocional muito mais sólida. Começará a ganhar noção cada vez mais real do valor do dinheiro e das suas potencialidades. Irá também focar-se no essencial e deixar para segundo plano o mais acessório, passo essencial para evitar problemas financeiros.

resumo
A propósito de prever o futuro: projecção de poupança no software de finanças pessoais Boonzi

Ainda há espaço para cortes

Ainda é possível cortar custos. Ainda é possível negociar. Cortar nos seguros. Cortar no crédito habitação (agora cada vez mais) ou fazer uma consolidação de créditos. Tudo com o grande objetivo de poupar dinheiro para satisfazer os seus sonhos.

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