Utilidades

Simulador de Certificados do Tesouro

O presente simulador de certificados do tesouro permite-lhe facilmente calcular quais serão os juros obtidos no seu investimento, tendo em conta o mês de subscrição dos certificados do tesouro, o montante investido e o número de anos que pensa manter o investimento.

Para mais informações consulte este artigo sobre certificados do tesouro.

Simulador de Certificados do Tesouro



Instruções

  1. Seleccione o mês em que subscreveu os certificados do tesouro;
  2. Introduza o montante investido;
  3. Seleccione o número de anos que estima manter os certificados do tesouro (pode também variar este campo para simular diversos cenários);
  4. Carregue em "Calcular".

Com os dados introduzidos são-lhe apresentadas diversas informações:

  • O juro bruto e líquido para o prazo de investimento seleccionado;
  • O juro bruto e líquido para um investimento a 5 e a 10 anos;
  • As taxas aplicáveis ao mês de subscrição que seleccionou.

Estamos certos que esta ferramenta será muito útil para quem já tenha incluído (ou esteja a ponderar incluir) certificados do tesouro no seu portefólio de investimentos.

Este simulador foi elaborado com a maior atenção, contudo pode conter incorrecções e/ou omissões, pelo que deve verificar os valores obtidos antes de tomar qualquer decisão de investimento. Caso tenha alguma dúvida ou detecte alguma anomalia por favor deixe um comentário.

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87 comentários em “Simulador de Certificados do Tesouro

  1. Boa tarde.
    Ontem disseram-me uma coisa na qual fiquei a pensar: tenho alguns certificados do tesouro e disseram-me que, se a dívida portuguesa for perdoada, eu poderei perder o capital investidoe/ou juros. Isto poderá ser de todo verdade? E há alguma situação em que se possa perder esse capital e/ou juros?
    Muito obrigada,
    Maria Silva

  2. Tenham atenção
    Não deviam ter em conta, o juro bruto de 7%, mas sim o liquido. O líquido é que é o valor ganho no resgate dos certificados. E esse anda na casa dos 5,2 %.

  3. Como devem ter percebido houve algum bug e o post que deixei antes do anterior não ficou no site; só dizia que os CT continuam a ser uma boa opção e que não podemos entrar em alarmismos; isso só gera mais problemas. Aquilo que é verdadeiramente importante está no post que deixei imediatamente antes.

  4. Bom dia mais uma vez Pedro Azevedo, este é um post de complemento ao meu anterior. Ainda demorei um pouco a encontrar umas informações que já tinha consultado anteriormente. Faço o resumo do post de outra pessoa no site
    http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?p=822546&sid=2ffef3454b05b4447e2b36d4f6dd1735&js_link=1
    “Em fevereiro de 28/02/11 a dívida portuguesa era de 154 mil milhões de euro, divididos por:
    110 mil milhões em OT (obrigações do tesouro)
    16 mil milhões em BT (bilhetes do tesouro)
    15 mil milhões em CA (certificados aforro)
    5 mil milhões em CEDIC
    4,2 mil milhões em MTN
    900 milhões em ECP
    900 milhões em CT (certificados tesouro)”
    Aqui surgem os “ses” da questão. Como vê, a dívida composta por CT é rídicula em relação ao total (0.57%). Em caso de incumprimento, resta as questões simples: irá o governo penalizar os subscritores da menor fatia? da maior? corta tudo pela mesma medida? Lembrem-se sempre de uma coisa: nós não somos burros e não somos amnésicos. Se levarmos uma grande chicotada hoje, convém lembrar para a evitar novamente no futuro. Os governos sabem disso (mesmo que muitas vezes pareça que não) e ao fazerem uma monstruosidade destas aos pequenos aforristas habilitam-se a que, num futuro próximo, ninguém confie no estado para lá pôr dinheiro. E depois, vão buscá-lo TODO lá fora ou aos bancos a taxas bem maiores? E veêm uma parte importante (importante digo eu, pode atém nem ser assim tanto – o que está em jogo é a confiança perdida) escapar para os bancos? Tenho certif tesouro e aforro, além de depósitos no banco; confio no estado português mas tou atento e só me enganam uma vez. Se daqui a 10 anos não me derem os 7,1 % a que subscrevi os CT este ano….. adeus e até nunca mais! Este devia ser o pensamento de todos – pedem-nos uma última oportunidade, muito bem, aqui a têm. Agora cumpram com a vossa parte. Não sou nenhum génio das finanças mas no que puder ajudar disponham. Cumprimentos

  5. Boa Tarde a todos:
    A minha dúvida é a seguinte, o que acontece a quem for subscritor de CT se o país entrar em bancarota ?

  6. Sendo subscritor de CT desde o primeiro dia (01.07.2010) e vencendo juros anualmente, não deveriam estes já constarem (04.07.2011) no NIB da conta que foi indicada na altura da subscrição ou será que é “normal” este atraso…
    Cumprimentos.

  7. Boa noite Carlos,
    se tencionas manter o dinheiro até ao final da maturidade, será uma boa estratégia levantares o dinheiro e aplicares novamente.
    Por outro lado, hoje em dia, existem taxas a 1 ano superiores a 4% TANB, inclusive de 5%. Sempre podes fazer uma aplicação a um ano e no final do prazo ou renovas a aplicação ou procuras uma melhor taxa de juro.
    Recordo-te que a inflação prevista para 2011 ronda os 3.6%, logo qualquer TANB inferior a esse valor, significa que estas a perder dinheiro. Por outras palavras, não conseguirás comprar com um 1 euro, aquilo que compras hoje.
    São apenas conselhos.
    Boa sorte

  8. Boa noite,eu em setembro de 2010 investi 26000 euros em certificados do tesouro a 10 anos com a taxa de juros a 5.15.agora a taxa de juros a 10 anos está a 7.10.o que eu queria saber e se vale a pena eu em setembro de 2011 levantar os 26000 euros e voltar a investir novamente em certificados do tesouro a 10 anos visto que a taxa de juros está mais alta.muito obrigado