Quando se fala em benefícios flexíveis e personalizáveis, as áreas de intervenção ganham uma elasticidade que vai desde a saúde mental e física até à reforma, passando ainda pela formação e, também, pela parentalidade.

Neste último tópico, dos incentivos à maternidade/paternidade até aos vários apoios para a educação das crianças, há cada vez mais empresas atentas às necessidades e desejos dos seus trabalhadores, fazendo questão de estar presentes nas várias fases de vida que os colaboradores atravessam.

Colónias de férias, bolsas de mérito, creche gratuita ou vales de infância são apenas alguns dos benefícios que as empresas estão a oferecer aos filhos dos seus colaboradores. Como resultado, conseguem aumentar a motivação das suas pessoas, bem como o seu bem-estar.

Mais ainda: com estes benefícios, promovem o compromisso, elevam a reputação da organização e, finalmente, aumentam a produtividade. Porque já está comprovado que colaboradores felizes são também colaboradores mais produtivos.

Conheça 10 benefícios que as empresas podem conceder aos filhos dos seus trabalhadores.

Kit de regresso às aulas

Conscientes de que o regresso às aulas é, normalmente, um período em que as despesas familiares crescem, há empresas que ajudam a aliviar a fatura a pagar por matrículas, livros, mochila e todo o material escolar necessário. É o caso do Grupo José Pimenta Marques, sediado em Braga, que, no primeiro dia de setembro, entregou mais de 70 kits compostos por material escolar aos seus trabalhadores com filhos até aos 17 anos.

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Folga para acompanhar os filhos

Há também quem opte por oferecer um day-off aos colaboradores no primeiro dia de aulas dos seus filhos, para que possam acompanhá-los à escola e garantir que estão presentes naquele que é sempre um passo importante na vida das crianças. Este é um dos benefícios que faz parte das iniciativas de apoio ao colaborador e à sua família da Altice Portugal, com o objetivo de potenciar uma maior realização pessoal e de bem-estar. Assim, a companhia de telecomunicações dispensa os seus trabalhadores para o acompanhamento dos educandos até aos 12 anos.

Creche gratuita

Para os mais pequeninos, os que ainda frequentam a creche, algumas organizações dispõem de creches nas suas próprias instalações, embora os casos sejam mais pontuais. Uma medida que facilita – e muito – a logística diária de ir levar e buscar as crianças à escola, e que alivia – de igual modo – a despesa mensal das famílias. A Jerónimo Martins é uma das companhias portuguesas que oferecem creches aos filhos dos seus colaboradores de logística. A empresa conta com duas creches no centro de distribuição da Azambuja e no de Alfena (Valongo), totalmente gratuitas e preparadas para receber crianças dos zero aos seis anos. Além disso, funcionam ambas com um horário alargado: de segunda-feira a sábado, feriados incluídos, no caso da Azambuja; e de segunda a sexta-feira e feriados, no caso de Valongo.

Vale infância

Nem sempre existem, contudo, condições para as empresas terem, nas suas próprias instalações, creches e berçários. Para estes casos existem os vales infância, que servem para apoiar o pagamento de despesas em educação de crianças dos zero aos sete anos (exclusive), idade em que, normalmente, já ingressaram na escola primária. Empresas como a PwC, a Inetum e a Remote já aderiram aos vales infância da Coverflex, que podem ser usados em qualquer creche e jardim de infância da extensa rede de parceiros, quer no ensino público, quer no privado e privado solidário.

Bolsas de mérito

Para promover o estudo e incentivar os alunos a conseguirem um excelente aproveitamento escolar, algumas organizações dispõem de um prémio que pretende recompensar o mérito. O El Corte Inglés é uma delas, atribuindo bolsas de mérito aos filhos dos colaboradores com as classificações mais elevadas. Só este ano, a empresa espanhola entregou 14 bolsas de mérito, num total de 7.400 euros em cartão presente.

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Colónias de férias

Os benefícios para os filhos não se cingem ao período escolar. Nas pausas letivas, especialmente durante o longo período de três meses de férias de verão, pode ser complicado gerir e integrar as esferas privada e profissional. A pensar nisso mesmo, algumas organizações dispõem de campos de férias. A Altice promove colónias de férias em todos os períodos escolares (carnaval, Páscoa, verão e Natal), em vários pontos do país, com um sistema de comparticipação associado. A EDP também promove estas iniciativas de apoio à vida familiar, com campos e colónias de férias, bem como com as “Noites EDP”, realizadas nas próprias infraestruturas da companhia. Uma iniciativa semelhante tem o Santander Totta, que conta com programas de ocupação de férias (Natal e Páscoa) para os filhos dos bancários.

Cursos online

Outra hipótese para ocupar os mais pequenos durante o período sem aulas é proporcionar-lhes cursos. A Natixis, por exemplo, tem por hábito oferecer cursos de programação aos filhos dos colaboradores enquanto estes estão em casa, sem aulas. Este ano, a tecnológica pagou 60 cursos online às crianças e jovens entre os sete e os 17 anos, com conteúdos adaptados à sua faixa etária. O objetivo era proporcionar aos mais novos a oportunidade de iniciarem a sua aventura no mundo da programação, aproximando-os da profissão dos seus pais de uma forma divertida.

Budget para atividades extracurriculares

Para promover a prática de desporto ou o gosto pela arte, há ainda quem destine um orçamento para as atividades extracurriculares dos filhos dos trabalhadores, oferecendo uma ajuda monetária para a frequência nas atividades pelas quais eles mais se interessam, como o futebol, o ballet, a natação ou o teatro, por exemplo.

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Voucher para o nascimento do bebé

Embora com modelos diferentes, esta é uma solução comum a várias empresas, que pretendem celebrar o nascimento de um bebé. O Millennium BCP oferece um voucher para a constituição da poupança Bebé Millennium, oferecido no momento do nascimento ou da adoção de um filho. Desde 2017, este voucher tem o valor de 500 euros. Outras empresas oferecem um “kit bebé”, com produtos adequados aos primeiros meses de vida da criança.

Licença de parentalidade alargada

O nascimento de um bebé é uma fase muito importante na vida dos colaboradores, e o período de licença de parentalidade deve ser aproveitado ao máximo. Apesar de a licença parental inicial poder durar 120 ou 150 dias consecutivos, algumas empresas entendem que este período deve ser mais alargado. É o caso da Netflix, que dá direito a uma licença de um ano remunerado, tanto para homens como para mulheres. Além disso, a empresa tem uma política de dias ilimitados de férias, ou seja, são os trabalhadores que têm total controlo sobre os seus dias de descanso.

A compensação não precisa de ser tão complicada. A Coverflex é a solução de compensação flexível que ajuda a reduzir os custos das empresas e maximizar o potencial de rendimento dos colaboradores. Benefícios, seguros, subsídio de alimentação e descontos: tudo num só lugar.

A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.

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