Cláudio Santos é o Director Comercial de Crédito Habitação mais conhecido como o homem das rimas. Bem disposto e alegre é assim que o vemos sempre no seu posto de trabalho. Venha conhecê-lo melhor nesta entrevista.

A melhor parte do meu trabalho é poder ajudar famílias a melhorar a sua vida financeira. O crédito habitação é algo que tem um peso muito grande no orçamento das famílias portuguesas, para além de que existe sempre um factor emocional presente. No final do dia, é muito gratificante ter um trabalho que permite trazer benefícios reais aos nossos clientes e com impactos muito variados.

Como se descreve?

Sou apaixonado por desafios, exigente comigo e com os outros, constantemente à procura de fazer mais e melhor. Sou um homem de números, mas adoro as idiossincrasias de todas as pessoas, sou um humanista racional, sou casado, tenho uma filha linda que é a minha maior realização e quem me apresentou ao amor cego e incondicional. Amo ler tudo sobre tudo, gosto de encher o cérebro de inutilidades úteis, gosto de sol, gosto de estar em casa, gosto de conhecer mundos fora do meu mundo. 

 O que faz ou qual é o seu trabalho na equipa do Doutor Finanças?    

Enquanto Diretor Comercial para o crédito habitação, tenho como função a gestão de uma equipa brilhante de consultores, procurando a criação de competências e o desenvolvimento de “soft skills”, tais como a resolução de problemas, gestão de tempo, comunicação, trabalho em equipa, foco nas metas, etc. Tento que, no final, se traduza num aumento de eficiência e eficácia para os nossos clientes e num aumento de gratificação e desenvolvimento profissional para os nossos colaboradores.               

Qual é a melhor parte do seu trabalho? 

A melhor parte do meu trabalho, é poder ajudar famílias a melhorar a sua vida financeira. O crédito habitação é algo que tem um peso muito grande no orçamento das famílias portuguesas, para além de que existe sempre um factor emocional presente, por isso no final do dia é muito gratificante ter um trabalho que permite trazer benefícios reais aos nossos clientes e com impactos muito variados. Já tivemos clientes que, com a poupança que proporcionamos, conseguiram pôr as filhas no ballet, ou fazer as férias que sempre desejaram, ou iniciar um PPR etc. Todos os impactos são diferentes, mas são sempre muito positivos e isso faz com que as muitas horas que trabalhamos sejam recompensadas e que o nosso lema “fazer o bem, bem feito” esteja sempre presente. 

Como é trabalhar no Doutor Finanças?  

Trabalhar no Doutor Finanças é fantástico, devido a uma conjugação de factores inexplicáveis. Conseguimos juntar um “melting pot” de pessoas irreal, o mais heterogéneo possível nas suas origens, credos, e backgrounds profissionais, mas que quase por magia se transformou numa amalgama homogénea de cultura de empresa, que permite que o nosso dia-a-dia seja de enriquecimento constante, de partilha de ideias, conhecimentos e objectivos. Tudo é válido, todos são importantes e isso permite vir trabalhar com elevados níveis de motivação. 

Põe em prática os ensinamentos do Doutor Finanças na sua própria vida financeira? Qual é a dica/prática financeira da qual não abdica na sua vida pessoal? 

Claro que sim. As práticas de que não abdico são, principalmente, a poupança por objetivos (sejam eles quais forem) e a poupança nas pequenas coisas, como por exemplo usar lâmpadas led, desligar os equipamentos electrónicos em casa, evitar o desperdício alimentar, isolamento térmico, painéis solares etc. 

Qual é o seu pior defeito a gerir dinheiro e que gostaria de melhorar?  

O meu pior defeito a gerir dinheiro é almoçar fora durante a semana de trabalho. É um custo elevado que, com um pouco de organização, poderia fazer com que poupasse imenso dinheiro. 

Partilhe a sua melhor dica de poupança com os leitores do Doutor Finanças. 

Poupança de longo prazo em ativos que tenham algum retorno. Não é necessário ser um génio dos mercados para conseguir retornos acima de 5% em instrumentos financeiros relativamente simples. Com uma poupança de 150€ por mês e com juros compostos, ao fim de 30 anos temos cerca de 150.000€. Este é o segredo para ter uma boa qualidade de vida após a reforma.

 

Se gostou desta entrevista, poderá ver a entrevista anterior com o nosso designer André Gavino.