Barómetro Preparação da Reforma
Imagem de um reformado desesperado com as contas e poupanças da reforma
Imagem do barómetro aberto

Principais resultados

49% sentem medo ou ansiedade
49% sentem medo ou ansiedade

quando pensam na sua reforma.

38% associam a reforma à incerteza
38% associam a reforma à incerteza

sendo esta a palavra mais referida espontaneamente.

55% não confiam na pensão pública
55% não confiam na pensão pública

acreditando que não permitirá manter o nível de vida na reforma.

65% nunca fizeram simulações
65% nunca fizeram simulações

para saber o valor da reforma.

73% não sabem de quanto precisam
73% não sabem de quanto precisam

poupar para manter o nível de vida após a reforma.

68% dizem poupar para a reforma
68% dizem poupar para a reforma

mas apenas 34% o fazem de forma mensal.

Imagem do barómetro

A reforma é vivida de forma ambivalente

  • Os portugueses combinam expetativas positivas com sentimentos de incerteza e ansiedade quando pensam na reforma.
  • Em comparação com os homens, as mulheres associam mais a reforma a estes sentimentos negativos, e menos a descanso, liberdade e confiança.

O tema é considerado importante, mas adiado

  • Apesar de estarem mais longe da reforma, as faixas etárias mais jovens (sobretudo 25–35 anos) discordam mais de que têm tempo para pensar na reforma mais tarde do que as mais velhas.
  • Pessoas com ensino superior também discordam mais do que os inquiridos com menor escolaridade.

A reforma é idealizada como uma fase de lazer, mas marcada por receios

  • A principal aspiração para a reforma é viajar (58%) e passar mais tempo com a família e amigos (19%).
  • A saúde é claramente a maior preocupação associada à reforma, seguida de questões financeiras e de autonomia.

Predomina o ceticismo em relação ao futuro das pensões

  • 47% não acreditam que a Segurança Social e outros sistemas consigam pagar pensões no futuro.
  • 55% consideram que a pensão pública não será suficiente para manter o nível de vida.
  • A maioria antecipa dificuldades sérias num cenário de reforma equivalente a 65% do rendimento atual do agregado familiar.

Esta perceção não se traduz em planeamento financeiro estruturado

  • 73% não sabem de quanto precisam acumular para manter o nível de vida após a reforma.
  • 65% nunca fizeram qualquer simulação do valor da reforma.
  • 33% não sabem quanto irão receber de pensão.

Há poupança, mas pouco consistente e estratégica

  • 68% poupam para a reforma, mas apenas 34% o fazem mensalmente.
  • A falta de rendimento é o principal motivo apontado para não poupar mais (52%).
  • As faixas etárias mais novas poupam uma maior percentagem do rendimento a pensar na reforma.
  • Os instrumentos utilizados são sobretudo conservadores.

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