Carreira e Negócios

Nem só de CV vive uma candidatura

Candidatar-se a um emprego requer mais do que o envio de um simples cv. A sua apresentação é fundamental. Saiba o que pode fazer para se destacar.

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Nem só de CV vive uma candidatura

Candidatar-se a um emprego requer mais do que o envio de um simples cv. A sua apresentação é fundamental. Saiba o que pode fazer para se destacar.

Candidatar-se a um emprego é mais do que enviar um currículo. Criar um bom impacto em quem está a recrutar pode ser determinante para conseguir “aquele” emprego que deseja.

Neste artigo, vamos dar-lhe algumas dicas sobre o que pode fazer para que a sua candidatura a uma função se destaque.

Ter um bom CV

Fazer um bom cv é fundamental para se apresentar e apresentar as mais-valias que poderá levar para dentro de uma organização.

Um bom currículo não é a garantia de que conseguirá o emprego, mas cumprir algumas regras pode ajudá-lo a destacar-se entre os outros candidatos.

Mas a sua apresentação não se restringe ao currículo. Quando se candidata a uma vaga de emprego, faça acompanhar o cv de uma carta de apresentação.

Carta de motivação

A carta de motivação é um dos elementos fundamentais em qualquer candidatura. É o documento no qual se apresenta como o candidato perfeito a uma determinada vaga de emprego, ou seja, faz a ligação entre as suas competências e os requisitos de determinado anúncio de emprego.

Esta carta deve convencer o empregador de que é o candidato ideal. Consegue pôr-se na pele do seu futuro empregador? Será um bom exercício para fazer depois de esboçar os primeiros parágrafos.

Leia ainda: 8 conselhos para escrever candidaturas de emprego mais eficazes

Dicas para escrever uma boa carta

entrevista trabalho

Personalize e ajuste o conteúdo

Há muitas pessoas que escrevem uma carta de motivação/de apresentação e que enviam a mesma carta para todas as vagas a que se candidatam. No entanto, as cartas de apresentação devem ser personalizadas, precisamente porque é nela que estão as razões pelas quais se candidata “àquela” vaga. E essas razões diferem, especialmente, nas candidaturas a anúncios específicos.

Lembre-se também que esta é uma carta formal e, como tal, o texto deve ser antecedido de um assunto. No assunto da carta deverá indicar o anúncio ou a posição à qual se candidata.

Apresente um conteúdo estruturado

Na carta de motivação deve começar por falar um pouco de si: indicar o nome, a sua área profissional, a formação académica e profissional relevante. Depois deve encontrar forma de “casar” as suas características e aptidões académicas e profissionais com a vaga a que se está a candidatar.

Deve também referir a razão pela qual se está a candidatar e quais são as suas aspirações. Pode ainda aproveitar para referir algumas das suas soft skills como, por exemplo, sentido de responsabilidade, de autonomia, gosto pelo trabalho em equipa.

Seja conciso q.b.

Este documento deve ser agradável de ler e deve ter no máximo uma página. A não ser que seja uma carta de apresentação em que esteja definido um número mínimo de palavras como acontece com algumas posições para investigadores e candidaturas a mestrados e doutoramentos. Nesses casos mais específicos deverá cumprir com os requisitos indicados nos anúncios ou normas.

Estas devem ser as características-chave da sua carta de motivação. Pode utilizar um espaçamento de 1,5 em vez do espaçamento simples e fazer parágrafos.

Erros ortográficos, gramaticais ou gralhas são proibidos. Como qualquer carta também esta deve ser datada.

E, como atualmente as candidaturas costumam ser enviadas por e-mail, não descure esta questão. O e-mail será a primeira “cara” da sua candidatura. Por isso, no assunto deve constar a palavra “candidatura” e o posto ou número do anúncio a que se está a candidatar.

E o corpo do e-mail, mesmo que tenha uma boa carta de motivação e um bom CV, não deve ficar em branco. Neste primeiro contacto com o recrutador, diga ao que vai e assuma que aguarda uma resposta.

Afinal, temos uma boa quota-parte de responsabilidade naquilo a que chamamos sorte que, no fim de contas, depende muito de nós. Boa sorte!

Leia ainda: Conheça o Cheque Formação para trabalhadores e empresas

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