A inflação pode não aparecer diretamente no extrato bancário, mas nota-se quando faz compras, paga a luz… e percebe que, com o mesmo dinheiro, compra menos. E se, além disso, tiver dinheiro “parado” (numa conta à ordem ou com juros muito baixos), saiba que está a perder ainda mais poder de compra. E quando o horizonte é a reforma, o impacto pode ser ainda maior.
Solução? Colocar o dinheiro a trabalhar por si através de um Plano Poupança Reforma (PPR) com rendibilidade acima da inflação. O PPR SGF Doutor Finanças pode ajudar a proteger as poupanças e a preparar a reforma com mais segurança. Fale hoje com o Doutor e proteja o amanhã.
Inflação vs. dinheiro parado: O impacto é real
Em 2024, a taxa de inflação em Portugal foi de 2,4%, segundo o Instituto Nacional de Estatística. Em 2025, continua acima dos 2%. Isto significa que, se deixar o seu dinheiro parado na conta, o poder de compra tende a descer todos os meses.
Exemplo simples:
- Se 10.000 euros ficarem parados durante um ano e a inflação for 2,3%, no fim desse ano o valor “na prática” pode equivaler a menos 230 euros em compras.
O PPR SGF Doutor Finanças tem rendido acima da inflação
Enquanto a inflação se mantém acima dos 2%, o PPR SGF Doutor Finanças tem apresentado:
- Rendibilidade anual em 2024: 17,99%
- Rendibilidade acumulada dos últimos 12 meses (de novembro 2024 a outubro 2025): 8,17%
Ou seja, mesmo descontando a inflação, com o nosso PPR pode ganhar poder de compra. Ainda assim, importa lembrar que rendibilidades passadas não garantem rendibilidades futuras.
Como funciona na prática (e sem complicações)
Para muitas pessoas, o que desbloqueia a decisão é perceber se existe um caminho claro: começar, manter a consistência e ter flexibilidade. Na prática, importa saber os seguintes pontos:
- Subscrição inicial mínima: 1.500 euros (para maiores de idade).
- Reforços: mínimo de 500 euros ou de 50 euros quando feitos por débito direto.
- Transferência: já tem um PPR? É possível fazer a sua transferência para o PPR do Doutor Finanças.
- Risco: classe 5 numa escala de 1 a 7 (ou seja, não é uma solução “conservadora”). Isto significa que pode haver oscilações. Por isso, tende a fazer mais sentido com um horizonte de longo prazo.
Se a dúvida for “isto é para mim?”, a resposta depende do perfil de investidor e do prazo de investimento. E é por isso que, no Doutor Finanças, os especialistas ajudam a perceber se esta solução faz sentido para o seu caso.
Benefícios fiscais do PPR: O que pode mudar no IRS
Para além de rendibilidade real, através de um PPR pode também garantir benefícios fiscais todos os anos.
De forma geral, é possível deduzir 20% do valor aplicado no IRS, com limites que variam com a idade:
– Até 35 anos: até 400 euros (dedução máxima em IRS com investimento até 2.000 euros no ano);
– Entre 35 e 50 anos: até 350 euros (dedução máxima em IRS com investimento até 1.750 euros no ano);
– Mais de 50 anos: até 300 euros (dedução máxima em IRS com investimento até 1.500 euros no ano.
Por que escolher o PPR SGF Doutor Finanças?
- Rendibilidade consistente acima da inflação;
- Solução acessível e adaptada a cada perfil;
- Possibilidade de reforços automáticos;
- Benefícios fiscais, associados ao PPR, dentro das regras em vigor;
- Gestão profissional e transparente sobre condições, riscos e custos.
Além disso, no Doutor Finanças, existe acompanhamento ao longo do processo através de:
- Análise das necessidades e objetivos (reforma, poupança de longo prazo, planeamento fiscal);
- Apoio no tratamento de toda a burocracia;
- Acompanhamento especializado na decisão e durante todo o processo.
Preencha o formulário abaixo e, em menos de 24 horas, um especialista vai entrar em contacto consigo para ajudar a encontrar a melhor solução para o seu caso.
