As taxas máximas para o crédito ao consumo no 1.º trimestre de 2026 já estão definidas pelo Banco de Portugal. O novo quadro contempla descidas relevantes em créditos ligados à educação, saúde e leasing automóvel, mas também ligeiras subidas em automóveis novos e nos cartões de crédito – um dos financiamentos mais caros do mercado.
Estes limites aplicam-se aos contratos assinados entre janeiro e março de 2026 e representam o teto legal que bancos e instituições de crédito podem cobrar. Na prática, evitam juros excessivos e refletem a evolução recente do mercado, já que são atualizados trimestralmente pelo regulador.
A seguir, conheça as taxas máximas aplicáveis no início de 2026.
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Crédito pessoal: Alívio na educação, estabilidade nas restantes finalidades
No crédito pessoal para educação, saúde, transição energética e locação de equipamentos, há boas notícias para os consumidores. A TAEG máxima baixa de 8,6% no 4.º trimestre de 2025 para 8,3% no arranque de 2026.
Nos restantes créditos pessoais – obras, lar, consolidação ou finalidades diversas – o cenário permanece inalterado. A TAEG máxima mantém-se em 15,6%. Depois das descidas verificadas no final de 2025, não há novo alívio neste segmento.
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