Com o histórico recente de elevadas perdas no património financeiro dos Portugueses, na compra de produtos que estão muito desvalorizados, pelas perdas que verificamos na bolsa e com os depósitos a prazo a pagar taxas próximo do 0%, todos colocamos a questão – “O que devo fazer com as minhas poupanças?”.

Na Dica do Doutor, nesta fase do ciclo económico, privilegiamos a poupança. Para podermos ter uma vida financeira saudável, devemos planear e gerir o orçamento familiar de forma a podermos conseguir poupar todos os meses. Essa poupança irá crescer mês após mês e irá ajudar-nos no futuro a cumprir os nossos compromissos financeiros e a manter o nosso estilo de vida.

Atualmente, muitos portugueses utilizam produtos financeiros, como os depósitos a prazo, que estão a remunerar com taxas próximas de 0%.

No cenário atual, com a Taxa Euribor (a 3, 6 e 12 meses) negativa, os bancos não conseguem rentabilizar os capitais que têm depositados, pelo que as taxas que oferecem nos depósitos a prazo são muito baixas, ou seja, abaixo da inflação e consequentemente estamos a perder poder de compra ao investir nestes produtos.

“Que alternativas de poupança tenho para rentabilizar o meu dinheiro, sem colocar em causa o meu capital inicial?”

dica do doutor poupanca

Para poder utilizar melhor as suas poupanças, existem produtos no mercado mais interessantes para aplicar o seu dinheiro. Estes produtos são produtos de capitalização de Seguradoras que têm capital garantido e taxas de remuneração bastante superiores às dos depósitos a prazo dos bancos tradicionais.

Estes produtos apresentam as principais vantagens que todos os Clientes desejam para as suas poupanças, ou seja:

  • Têm capital garantido;
  • São produtos de Seguradoras, entidades que têm um melhor rating que os Bancos em Portugal, sendo assim instituições mais seguras do ponto de vista da garantia do capital;
  • Têm taxas de juro mais elevadas do que os depósitos a prazo tradicionais;
  • Existem muitos destes produtos que nas suas condições gerais, ao final do segundo ano, pode levantar o seu capital e o juro gerado até essa data sem penalizações;
  • São habitualmente produtos sem data fim, ou seja, poderá mante-los enquanto gerarem mais juros que os depósitos a prazos nos Bancos, mas têm liquidez sempre que desejar.
  • Apresentam vantagem fiscais no imposto de mais valias, ou seja, se mantiver a aplicação mais de 5 anos, deixará de pagar os habituais 28% de imposto sobre o juro gerado e pagará somente 22.4% e se mantiver esta aplicação mais de 8 anos, o imposto resume-se a 11.2% sobre as mais valias.

Estamos a viver um ciclo de crescimento económico, mas deixar o seu dinheiro parado na conta à ordem ou numa poupança segura, mas que pague abaixo da inflação significa perda de valor e de poder de compra. Mesmo que queira ter alguma rentabilidade, já sabe que a taxa de juro dos produtos tradicionais está abaixo da inflação, o que acaba por perder rentabilidade e o seu dinheiro desvaloriza mais rapidamente.

Desta forma, como verificou, existem alternativas no mercado financeiro que são tão ou mais seguras do ponto de vista da garantia de capital e são muito mais rentáveis, permitindo-lhe fazer crescer a sua poupança.

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