Ao longo do nosso dia a dia, inconscientemente ou não, tomamos inúmeras decisões que influenciam a nossa vida.
Por norma, dedicamos mais tempo ou mais estudo àquelas que são fraturantes e que saem da nossa zona de conforto. Como exemplo, comprar pão, manteiga ou fruta são decisões que não nos retiram muito tempo e que são tomadas sem a necessidade de medir a consequência de tal ato. Por outro lado, a decisão de comprar uma casa, um carro ou um bem mais dispendioso, já nos faz pensar mais e avaliar de uma forma mais exata as várias possibilidades que existem no mercado.
Ao longo da vida, e dependendo da carreira profissional que seguimos, vamo-nos habituando a tomar decisões com maior ou menor pressão, a avaliar o contexto que nos envolve e a ter mais ferramentas que nos permitem lidar melhor com momentos de stress. A isto denominamos de experiência.
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A desistência de Biden
Este ano, em novembro, voltaremos a ter eleições nos EUA. Os dois candidatos têm uma idade próxima (Biden 81 anos e Trump 78 anos).
Os EUA são a maior potência mundial. Gerir um país com aquela dimensão social, económica e financeira requer muita capacidade física e intelectual. O atual presidente (Biden) acaba de desistir da corrida à renovação do seu mandato. Por que tomou esta decisão? Porque ao longo da campanha foi visível o seu cansaço, as gafes ou a perceção de que raciocinava de uma forma mais lenta.
Quem acompanha a realidade americana percebeu qual seria o desfecho das eleições se as coisas continuassem como estavam. Assim sendo, de uma forma natural o atual presidente desistiu da corrida e abriu uma nova vaga que será ocupada por um novo candidato/a.
Por que é que este tema é tão relevante? As eleições americanas têm uma enorme influência no rumo da economia mundial. A influência americana em todo o mundo é enorme em vários sentidos. Em termos económicos, o desenvolvimento da economia interna tem influência nos restantes blocos mundiais. O dinamismo que a economia norte- americana apresenta é um exemplo para os restantes países. O desempenho da economia americana (positivo ou negativo) tem um enorme reflexo no desenvolvimento da economia mundial.
Em termos políticos, os EUA têm um papel fundamental no equilíbrio que tem de haver entre nações. Tendo em conta o contexto que estamos a atravessar, com vários conflitos geopolíticos, será fundamental existir estabilidade e equilíbrio nas decisões da maior potência mundial. Nesse sentido, a desistência de Biden voltou a relançar a disputa para a liderança nos EUA e voltou a trazer um equilíbrio nas alternativas ao poder.
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