Provavelmente já ouviu muitas vezes expressões do género: “não sei onde se meteu o dinheiro” ou “este mês o meu dinheiro sumiu-se”? Saiba como nunca perder o rasto ao seu dinheiro de uma forma muito simples.

Olhamos para o extrato bancário com pesar pelo saldo ter diminuído tão rapidamente que já não sabemos como vamos aguentar o resto do mês. É uma verdade óbvia, mas nunca é demais lembrar: o dinheiro não tem propriedades mágicas que o faça evaporar-se.

O rasto do dinheiro perde-se nas pequenas despesas do dia-a-dia

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O que acontece, com frequência, é perdermos o rasto ao dinheiro. Tipicamente o rasto não se perde naquelas que são as despesas essenciais. O problema está nas pequenas despesas do quotidiano às quais não damos a devida importância, mas que acabam por fazer mossa. Se todos os dias gosta de tomar um café fora de casa pode ser a justificação para no fim de mês dizer não saber o que aconteceu ao seu dinheiro. Mais 15 euros ou menos 15 euros num mês pode fazer muita diferença.

Dificilmente se consegue poupar sem um Orçamento Familiar

 

A ferramenta mais importante para começar a poupar é o Orçamento Familiar. Sempre que alguém diz que não consegue poupar deve começar por perguntar se faz orçamento familiar. Dificilmente consegue poupar sem ter um orçamento mensal. Muitas pessoas encaram a poupança como aquele valor que eventualmente sobra no final do mês, quando a lógica da poupança deve ser exatamente a oposta: poupar é logo que se recebe o ordenado.

Repare que sempre que coloca dinheiro numa poupança está a fazer um pagamento para si próprio. Todas as outras despesas que tem está a “dar” dinheiro a terceiros, mas quando faz uma poupança, pelo contrário, o pagamento é para si mesmo.

Como “funciona” um Orçamento Familiar

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Exemplo de um orçamento familiar criado com a aplicação de finanças pessoais Boonzi, da qual falamos mais pormenorizadamente neste artigo.

O Orçamento Familiar deixa espelhado com exatidão qual a sua situação líquida. Isto é, qual o valor que resulta do cálculo Receitas – Despesas. Este valor tem de ser sempre positivo.
Saiba como criar um orçamento familiar neste artigo.

Infelizmente, temos assistido a casos de milhares de portugueses que vivem com situações líquidas negativas mas que nem se apercebem porque recorrem durante grande parte do mês, ao saldo da Conta Ordenado, esquecendo-se que esse dinheiro é sempre um dinheiro a crédito e que tem custos elevados.

Se se encontra numa situação parecida, não deixe de solicitar a ajuda do Doutor Finanças, que o poderá ajudar – tal como já ajudou milhares de famílias portuguesas – a reduzir as suas prestações com créditos. Solicite a sua consulta gratuita com o Doutor Finanças aqui.