Vai embarcar numa nova experiência profissional que tem como destino a cidade de Lisboa? Então, enquanto imigrante, deve analisar alguns fatores em particular e conhecer os principais encargos antes de mudar-se para a capital portuguesa. Afinal, viver e trabalhar em Lisboa pode ter prós e contras.
Por um lado, como acontece na maioria das capitais europeias, o custo de vida é mais caro comparativamente a outras cidades do país. Além disso, o estilo de vida assenta num ritmo mais acelerado. Contudo, ao escolher viver e trabalhar num grande centro urbano, tem acesso a todos os serviços de que precisa diariamente. Já para não falar que termiando o dia de trabalho, tem inúmeros locais de lazer onde pode descontrair e enriquecer-se culturalmente.
No entanto, antes de mudar-se e começar a trabalhar em Lisboa, é aconselhável que conheça todos os documentos que precisa para exercer a sua atividade profissional. Depois, analise quais são as soluções de alojamento de acordo com a sua situação financeira. Além disso, estude as opções de transporte que tem para deslocar-se diariamente e faça contas às despesas com a alimentação.
Para ajudá-lo com esta análise, neste artigo, explicamos o que precisa para trabalhar em Lisboa, e que custos deve ter em consideração.
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Que documentos precisam os imigrantes para trabalhar em Lisboa?
Enquanto imigrante, é normal que uma das suas preocupações esteja relacionada com o processo de legalização para viver e trabalhar em Lisboa. Embora o processo seja mais simples se for um cidadão estrageiro com nacionalidade europeia, se for natural de um país terceiro, precisa obrigatoriamente de ter um visto de trabalho.
Em Portugal, um cidadão estrangeiro pode trabalhar com um dos cinco tipos de vistos existentes. São estes:
- Visto D1: Destina-se aos imigrantes que vão exercer uma atividade profissional subordinada. Ou seja, quando tem uma proposta de trabalho de uma empresa e vai assinar um contrato com essa entidade.
- Visto D2: Se vem trabalhar para Lisboa como freelancer ou trabalhador independente, este visto permite-lhe exercer uma atividade profissional “sem subordinação”.
- Visto D3 e Tech Visa: Estes dois vistos destinam-se a profissionais com uma elevada qualificação que aceitem uma proposta de trabalho numa empresa ou universidade portuguesa. Estes dois vistos simplificam o processo de legalização para si e para a sua família, uma vez que têm condições especiais e podem ser requisitados pela empresa onde vai trabalhar, se estas aderirem ao Tech Visa.
- Visto de residência ou de estada temporária para trabalhadores que prestem atividade remota fora do território nacional. Neste tipo de visto estão englobados cidadãos abrangidos pelo acordo de mobilidade entre os Estados-membros da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, CPLP.
- Visto de procura de trabalho: Este visto facilita a vida aos cidadãos estrangeiros que estejam à procura de trabalho em Portugal. Sem este visto, a procura de trabalho estava limitada a um período de 120 dias. Mas caso peça este visto, ganha mais dois meses para procurar trabalho em Lisboa, pois ele é válido por um período de 180 dias.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.

