Ao longo de tantos anos a acompanhar compradores e investidores, tornou-se mais do que claro, para mim, a importância de uma Due Diligence. Recolher todos os documentos relativos ao imóvel e encetar um processo de investigação e recolha de informação tornam-se passos vitais para se concretizar um investimento com mais segurança.
Parece-me que grande parte do mercado ainda não entendeu a importância desta fase. É morosa, envolve muitos documentos e pode inviabilizar uma operação. Por natureza, é “chata”! Mas considero que é muito mais importante realizar um investimento (que, pela sua natureza, é avultado) com “conhecimento de causa” do que nos limitarmos ao instinto de investidor.
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O que é uma Due Diligence e em que consiste?
Uma Due Diligence refere-se a um processo de investigação e análise que é realizado antes da compra ou investimento, no caso, de um imóvel. Este processo visa garantir que todas as informações relevantes sobre o imóvel são conhecidas, permitindo assim uma decisão informada e consciente.
Torna-se um passo essencial para se fazer um investimento de forma consciente, com mais informação e conhecimento das diferentes realidades do imóvel, tornando o processo mais seguro.
Um processo de Due Diligence, variando de caso para caso, deve obedecer a diversas etapas. Neste artigo, vou realçar as que considero mais importantes e recorrentes e que normalmente opto sempre não abdicar, e que se aplicam sobretudo à compra de frações residenciais, seja para uso próprio, seja para investimento.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.