O processo de escolha do melhor crédito habitação pode ser complexo. Além do “financês” difícil de decifrar, há muitas variáveis a considerar nas propostas. E esta é uma a decisão tem um grande impacto na gestão do orçamento mensal e anual. Por isso, apresentamos quatro dicas que podem fazer a diferença na hora de decidir por uma proposta. Conheça-as:
1. Não olhe só para o spread: É apenas uma das variáveis que pesam no montante final que terá que pagar
Embora o spread seja importante e varie de banco para banco, para fazer uma comparação eficaz, deve olhar para valores agregadores como:
– A TAEG (Taxa Anual Efetiva Global). Esta taxa mostra-lhe, em percentagem anual, o custo total do seu crédito habitação.
– O MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor). O MTIC corresponde ao preço que vai ter de pagar ao banco durante todo o período do seu empréstimo. E aqui não entra só o valor financiado e os juros. Há mais despesas englobadas no MTIC, como comissões, impostos, entre outros encargos imputados pela instituição de crédito. Trata-se efetivamente do total que irá pagar por conta do crédito habitação.
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