Os Certificados de Aforro são um dos produtos de poupança mais conhecidos em Portugal. Criados para incentivar a poupança das famílias, são geridos pelo IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública). Quando subscreve este produto, está, na prática, a emprestar dinheiro ao Estado. Em troca, recebe juros sobre o valor investido.
Uma das grandes vantagens deste produto, além da garantia de capital, é a capitalização dos juros, algo que explicaremos mais à frente.
Atualmente, só é possível subscrever Certificados de Aforro da Série F, embora muitas pessoas ainda detenham séries anteriores. Este produto é simples, acessível e com capital garantido, o que o torna atrativo para quem procura segurança.
Como funcionam os Certificados de Aforro?
Há algumas regras para a subscrição de Certificados de Aforro. O investimento mínimo inicial é de 100 euros, podendo depois fazer reforços a partir dos 10 euros.
Outra característica deste produto é que conta com um limite máximo. Na série F, é possível investir até 100 mil euros, sendo que é possível acumular um máximo de 350 mil euros entre as séries E e F.
Em termos de período de investimento, um aforrador que subscreva este produto pode mantê-lo durante um máximo de 15 anos. Mas pode levantar o dinheiro mais cedo. Quando subscrevemos Certificados de Aforro temos de manter o dinheiro durante três meses. A partir desse momento podemos levantar parte ou a totalidade do dinheiro.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.
