Os aforradores têm, a partir de 2026, cerca de três anos para converter os Certificados de Aforro que ainda se encontram em papel para o formato digital. Se não o fizerem, estes instrumentos de poupança do Estado são amortizados. Por outras palavras, estes títulos deixam de remunerar juros e passam a ser inúteis para quem os detenha.
O anúncio sobre este processo foi publicado este mês pelo IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e Dívida Pública, o organismo encarregue de emitir dívida soberana de Portugal a longo e curto prazo (como é o caso dos Certificados).
Atualmente, os portugueses contam com 35 mil milhões de euros em Certificados de Aforro, um valor recorde, graças ao reforço de 381 milhões de euros, realizado pelas famílias em janeiro. O Doutor Finanças elaborou um guia sobre como pode desmaterializar os seus Certificados.
Qual é a data limite para entregar o suporte físico?
O processo tem início no dia 5 de janeiro do próximo ano e termina a 29 de novembro de 2029.
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