Já pensou em investir em imóveis, mas está longe de ter o capital inicial necessário para o fazer? Pois bem, os fundos de investimento imobiliário podem ser uma alternativa para colocar este tipo de ativos financeiros no portfólio. Com efeito, em Portugal existem bastantes produtos nos quais é possível aplicar algum valor.
De acordo com dados da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), existem mais de 230 fundos de investimento imobiliário geridos por sociedades nacionais. Aliás, no total, têm um património sob gestão superior a 13 mil milhões de euros.
O que são fundos de investimento imobiliário?
Mas, afinal, como funcionam os fundos de investimento imobiliário? Estes instrumentos têm bastantes semelhanças com os fundos de investimento mobiliário. Por exemplo, podem ser subscritos com quantias baixas — alguns fundos imobiliários permitem investimentos a partir de 100 euros. Dispõem, igualmente, de uma equipa profissional que toma as decisões de investimento.
Além disso, aferir como constituir um fundo de investimento imobiliário é relativamente simples. Com efeito, estes produtos podem ser subscritos nos balcões das entidades comercializadoras, normalmente instituições bancárias, através do preenchimento do “Boletim de Subscrição”.
A grande diferença comparativamente aos fundos mobiliários é que, em vez de ações ou obrigações, os fundos imobiliários transacionam e gerem imóveis. Nesse sentido, compram edifícios com o intuito de obter um rendimento através do seu arrendamento ou de uma eventual venda futura que permita realizar mais-valias.
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