Mãos juntas a fazer a forma de telhado de uma casa. Em baixo estão quatro bonecos de madeira que simbolizam uma família. A fotografia remete-nos para seguro de vida no crédito habitação

Sabia que se pedir um crédito habitação vai deparar-se com a obrigatoriedade de contratar um seguro de vida? Na prática, é encarado como um custo a somar à prestação, um requisito necessário para o banco avançar com o financiamento.

Mas, quando o inesperado acontece, a última coisa que a sua família deveria ter de enfrentar é a incerteza do futuro. E um seguro de vida associado ao crédito garante que, mesmo na ausência de quem sustenta o lar, a casa se mantém e, com ela, a estabilidade financeira e a continuidade de uma vida construída em família – não a pensar o pior, mas sim a assegurar o futuro dos que cá ficam.

O que cobre o seguro de vida no crédito habitação?

O seguro de vida exigido num crédito habitação cobre, no mínimo, o risco de morte, ao qual se junta uma cobertura de invalidez. Mas importa distinguir: os bancos pedem habitualmente a cobertura por morte em conjunto com a Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD) ou a Invalidez Total e Permanente (ITP).

Estas coberturas determinam o que acontece quando o titular deixa de poder gerar rendimento. Vale a pena conhecê-las antes de assinar qualquer contrato:

  • Morte: o capital em dívida é liquidado, evitando que o empréstimo passe a pesar sobre a família;
  • IAD: aplica-se a situações de incapacidade muito grave, com dependência de terceiros;
  • ITP: pode ser acionada com graus de incapacidade mais baixos, ligada à impossibilidade de continuar a trabalhar;
  • Coberturas complementares: algumas apólices admitem extras, como o diagnóstico de doenças graves.

Cada cobertura adicional tem impacto no prémio e, por isso, na prestação mensal. A escolha deve ajustar-se à realidade de cada agregado: o número de titulares, os rendimentos de cada um e os encargos da família.

Vale a pena rever o seguro de vida ao longo do tempo?

A resposta é simples: sim. Um crédito habitação acompanha uma pessoa durante décadas. Ao longo desse período, muita coisa muda: o rendimento, a composição da família, o capital ainda em dívida, entre outros. Mas o seguro de vida fica, muitas vezes, esquecido no mesmo sítio onde foi contratado.

É frequente descobrir-se, anos mais tarde, que se está a pagar mais do que o necessário pelo mesmo seguro. E rever a apólice permite, em muitos casos:

  • Reduzir o prémio mensal sem abdicar das coberturas essenciais;
  • Ajustar o capital seguro ao montante efetivamente em dívida;
  • Acrescentar proteção relevante, como por exemplo doenças graves, em fases mais sensíveis;
  • Ganhar previsibilidade no orçamento familiar, a longo prazo.

É importante esclarecer que rever o seguro não obriga a mantê-lo no banco onde foi feito o crédito habitação. A lei permite transferir o seguro de vida para outra seguradora, e essa mudança pode traduzir-se numa poupança significativa sem perder a proteção de que a família precisa.

Ajudamos em todo o processo!

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Os nossos especialistas trabalham com as principais seguradoras do mercado e vão ajudar a:

  • Analisar a sua apólice atual e as necessidades reais do seu agregado familiar;
  • Comparar propostas de várias seguradoras;
  • Negociar condições mais competitivas e coberturas ajustadas;
  • Tratar de toda a burocracia da transferência;
  • Acompanhar cada etapa, do início ao fim, e sem custos.

Este apoio vai permitir-lhe tomar decisões com mais clareza, garantindo que a sua casa fica protegida e a sua família estável e segura, aconteça o que acontecer.

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Perguntas frequentes

Por lei, não é obrigatório. No entantoos bancos exigem-no como condição para conceder o crédito habitaçãopor funcionar como garantia do empréstimo. 

Sim. Não é obrigatório contratar o seguro na seguradora associada ao banco. A lei permite escolher outra seguradora e até transferir o seguro mais tardemuitas vezes com condições mais vantajosas. 

Não necessariamente. O objetivo é encontrar uma solução ajustada ao seu casoque mantenha a proteção essencial e, em muitos casosreduza o valor que paga todos os meses. 

Não. O acompanhamento é gratuito para o cliente e inclui a análise das propostas e o tratamento de toda a burocracia associada. 

A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.

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