Investimentos

Vamos falar sobre investimentos?

Onde e como investir o dinheiro de forma a fazer crescer as nossas poupanças? Que riscos podemos correr e quais os que devemos evitar? Estas são algumas das questões que vamos abordar nesta nova área de conteúdos.

Investimentos

Vamos falar sobre investimentos?

Onde e como investir o dinheiro de forma a fazer crescer as nossas poupanças? Que riscos podemos correr e quais os que devemos evitar? Estas são algumas das questões que vamos abordar nesta nova área de conteúdos.

O ano de 2020 foi marcado pelo surgimento do Covid-19, que nos obrigou a alterar comportamentos, hábitos de consumo e a viver com um grau de incerteza superior, tanto pessoal, como profissional.

No Doutor Finanças temos feito um caminho com os nossos leitores, através da literacia financeira. Temos destacado a importância da poupança, através de artigos e conselhos fundamentais, que permitem uma redução de custos e, consequentemente, uma poupança adicional. Neste ano, que será também de grandes desafios, vamos reforçar a importância da literacia financeira, complementando os dois pilares fundamentais: poupança e investimento.

Nova área: Investimentos

A constituição de uma carteira de investimento
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O nosso compromisso será o de gerar conteúdos com ferramentas e explicações para que todos possam tomar decisões de investimento, de uma forma mais fundamentada e consciente, desmistificando, explicando, simplificando e realçando fatores que se tornam fundamentais na hora de investir, tais como:

  • Perceber a importância da diversificação e o equilíbrio que deve existir numa carteira de investimento;
  • Destacar e explicar a importância de investir em ativos líquidos;
  • Analisar a importância do contexto macroeconómico para as decisões de investimento financeiro (pessoal ou empresarial);
  • Elucidar o papel dos Bancos Centrais na economia;
  • Destacar a importância de vivermos numa economia global e o reflexo que tem na escolha dos ativos para o nosso portefólio;
  • Desmistificar o conceito de risco e definir os conceitos de fundos, ações, obrigações, entre outros.

A economia e os investimentos

Os confinamentos generalizados fizeram com que as empresas tivessem de se reinventar ou se adaptar rapidamente a uma nova realidade. As dificuldades que sentiram, ao longo de todo o ano, foram, de certa forma, minimizadas pela rápida intervenção na economia dos bancos centrais (FED, BCE, BOE, BOJ, entre outros), com o intuito de garantir estabilidade no sistema financeiro global.

O Banco Central Europeu (BCE), por exemplo, implementou um programa de compra de ativos nos mercados financeiros, que fez com que os custos de financiamento dos empréstimos na Zona Euro se tornassem nulos ou mesmo negativos. Esta medida teve reflexos, no nosso dia a dia, em dois pontos distintos: as taxas aplicadas nos créditos concedidos baixaram - permitindo uma poupança imediata às famílias – e, em simultâneo, a rentabilidade das aplicações a prazo ficou próxima de zero.

Esta é apenas uma das questões que vamos abordar, de forma a ajudar as pessoas a perceberem o funcionamento do sistema, a protegerem-se e a tomarem decisões mais conscientes.

Leia ainda: Como é que o Estado se financia e quais os reflexos no nosso dia-a-dia

Um desafio aliciante: Carteira Doutor Finanças

Para facilitar a perceção de como funciona este "mundo", vamos criar uma carteira de investimento com dois perfis distintos: um mais conservador e um mais dinâmico. De uma forma regular, o objetivo passa por explicar a opção e a performance dos ativos que a compõem. Vai ser também importante enquadrar a carteira de investimento em diferentes contextos macroeconómicos, permitindo que todos percebam a forma fundamentada como se pretende gerir uma carteira.

Não estaremos à procura do “euromilhões”, da empresa que vai subir 100%, mas sim de consistência, regularidade, equilíbrio e diversificação. Não iremos acertar sempre na opção certa, mas assumimos o compromisso de explicar o que nos levou a optar por um determinado ativo, porque reconhecemos que para ter sucesso a médio/longo prazo, as nossas decisões têm de fazer sentido e têm de ter uma lógica associada.

Leia ainda: Juros baixos nos créditos e nos depósitos, qual a relação?

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