Mais um ano, mais uma Black Friday a caminho. O apelo das promoções imperdíveis está aí outra vez, mas é importante encarar a época com racionalidade de modo a não comprometer as finanças pessoais. Até porque nem todas as promoções são imperdíveis e há algumas que se repetem noutras alturas do ano.
No entanto, se quer aproveitar para comprar aquele produto de que está mesmo a precisar ou para adiantar alguns presentes de Natal, deixamos alguns tópicos a que deve prestar atenção.
- Sabe o que diz a lei sobre as promoções?
- Não disperse: Faça uma lista do que precisa
- E não se esqueça de estabelecer um limite de gastos
- Com tanta oferta, é essencial comparar preços e campanhas
- Leia reviews sobre as lojas e os produtos
- Conheça a política de trocas e devoluções
- Se comprar online, prefira cartões virtuais
- Não se endivide com novos créditos
- Precisa mesmo de comprar tudo nas promoções da Black Friday?
Sabe o que diz a lei sobre as promoções?
Começamos pelo conhecimento. Porque ele é essencial para sabermos interpretar o que estamos a ver e a detetar situações pouco claras. De acordo com a legislação, os descontos anunciados devem ter como referência o preço mais baixo dos últimos 30 dias.
Ou seja, se uma loja tiver um produto à venda por 100 euros entre 30 de outubro e 14 de novembro, subir para 150 euros no dia 15 de novembro e baixar para 125 euros no dia 29 de novembro, não pode anunciar uma promoção na Black Friday. Isto porque o valor mais baixo nos 30 dias anteriores tinha sido de 100 euros.
E se em vez de 125 euros o produto custasse 90 euros na Black Friday, o desconto anunciado deveria ser de 10% (e não de 40%).
A este propósito, a lei obriga a que as lojas indiquem “de modo inequívoco” e de forma visível o preço mais baixo anteriormente praticado.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.
