A subida da Euribor, que começou a expressar-se de forma mais significativa no início de 2022, tem agravado significativamente o custo de financiamento de famílias e empresas. Recentemente, o Banco Central Europeu voltou a anunciar uma subida dos juros de referência, o que tem impacto nas taxas indexadas a produtos financeiros. A solução para conter o impacto da subida da Euribor nos créditos habitação é a opção pela taxa fixa ou mista. Caso esteja numa situação em que gostava de rever as condições do seu empréstimo da casa e explorar estas duas modalidades, fale com um dos nossos especialistas.
Há bancos a oferecer taxa fixa de 3,5%
Num cenário em que a Euribor já esteve muito próxima dos 4% (a 12 meses), e a rondar os 3,5% nas restantes maturidades, optar por uma taxa que se fixa nos 3,5% pode ser muito vantajoso. Relembramos que a taxa de juro (TAN) variável é composta pelo spread + Euribor. Já na taxa fixa, o valor de juros é único e constante.
Neste momento, em março de 2023, há bancos, parceiros do Doutor Finanças, que oferecem taxas fixas de 3,5%. Se assumirmos uma taxa Euribor de 3% e adicionarmos um spread de 0,8%, ficamos com uma taxa de juro (TAN) de 3,8%, acima do que seria cobrado pela taxa fixa. Com a vantagem de salvaguardar as prestações num possível agravamento da Euribor. Essa salvaguarda pode permanecer até ao final do contrato ou por determinado período – em caso de taxa mista.
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