Margarida Palmeiro é conhecida por ser uma pessoa sempre sorridente, pronta a ajudar o outro e “a fazer diferença na vida de alguém”, características essas que aplica diariamente no seu trabalho como consultora na equipa de Consolidação/Negociação do Doutor Finanças. Conheça melhor a Margarida nesta nova entrevista.

Sinto, durante todos os dias do meu trabalho, que estou a fazer diferença na vida de alguém. Que alguém, no final do mês, vai ter dinheiro no bolso para levar os filhos a comer uma pizza, que vai conseguir colocar a prótese dentária, que vai conseguir arranjar a casa onde vive. Estas pessoas, com quem falo diariamente, agradecem-me por lhes estar a permitir mudarem de vida. O agradecimento sentido e profundo que me prestam enche-me de felicidade, de vontade de fazer mais e melhor.

Quem é a Margarida Palmeiro?

Sou uma pessoa ligada aos afectos, falo não só da família de sangue mas da família que escolhi para mim (na realidade a maior parte dos meus dias são passados com eles). A nível profissional sou ambiciosa q.b. e exigente (sobretudo comigo), no sentido de dar o melhor de mim e ajudar da melhor forma que sei. Para isso considero-me uma dominadora de conhecimentos.

O que faz ou qual é o seu trabalho na equipa do Doutor Finanças?

Actualmente, sou consultora na área do crédito ( pessoal e consolidado) e da negociação de créditos. Num primeiro momento, a minha função é ouvir quem nos procura, conhecer a pessoa e a sua situação. É fundamental perceber o que levou aquela pessoa, aquela família, a procurar a nossa ajuda. Imediatamente a seguir, é dissipar todas as questões, dúvidas, medos ou receios (sim porque eles existem e são legítimos devendo ficar totalmente esclarecidos). Numa fase posterior, é verificar quais as opções disponíveis e a melhor solução para aquele caso em particular. Todas os casos são diferentes, têm características próprias, pelo que o meu trabalho, e o de toda a equipa, é ajudar da melhor forma quem nos procura.

Qual é a melhor parte do seu trabalho?

Há um sentimento que me domina, a gratidão. A maior parte do nosso trabalho e na maior parte das vezes é feita com troca de e-mails e de chamadas telefónicas. Há alguém que nunca me viu, apenas me ouviu e que confia em mim, enquanto profissional, para mudar a sua vida.
Tenho o maior do respeito por estas pessoas. Sinto, durante todos os dias do meu trabalho, que estou a fazer diferença na vida de alguém. Que alguém, no final do mês, vai ter dinheiro no bolso para levar os filhos a comer uma pizza, que vai conseguir colocar a prótese dentária, que vai conseguir arranjar a casa onde vive. Estas pessoas, com quem falo diariamente, agradecem-me por lhes estar a permitir mudarem de vida. O agradecimento sentido e profundo que me prestam enche-me de felicidade, de vontade de fazer mais e melhor.

Põe em prática os ensinamentos do Doutor Finanças na sua própria vida financeira? Qual é a dica/prática financeira da qual não abdica na sua vida pessoal?

Claro que sim! Tento perspectivar os meus gastos mensais fixos (alimentação, transporte, seguros) e os variáveis (aniversários, jantares, eventos). Contudo, tento não descurar objectivos a longo prazo, como viagens ou férias, que normalmente têm custos mais elevados.

A organização é essencial a uma boa gestão do nosso dinheiro.

Qual é o seu pior defeito a gerir dinheiro e que gostaria de melhorar?

Impulsividade. Por vezes, com as inúmeras promoções (supermercado, roupa, restaurantes…) que diariamente chegam por e-mail, sms ou redes sociais acabo por comprar coisas que efectivamente não dou a utilização devida.

Partilhe a sua melhor dica de poupança com os leitores do Doutor Finanças.

Desde que comecei a trabalhar, ainda a estudar e a viver em casa da minha mãe, optei por colocar sempre algum dinheiro de parte. Independentemente do valor, o meu objectivo pessoal, na altura, era ter sempre algum pé-de-meia para ir de férias, para comprar livros técnicos ou simplesmente ter a segurança de saber que se precisasse estava ali. Hoje em dia, já independente a poupança mantém-se, agora com outros objectivos.

Por uma questão de gestão própria, optei por abrir uma conta bancária, sem despesas de manutenção nem cartão de débito associado, onde mensalmente, assim que recebo o vencimento transfiro algum capital, que só vai ser utilizado em situações excepcionais.

 

Esperamos que tenha gostado de conhecer a consultora Margarida Palmeiro. Se ainda não conheceu a Rita Ferreira, a consultora entrevistada no mês passado, não deixe de ler a entrevista completa neste artigo.