Baseado no videojogo com o mesmo título, Anno 1800 (2020) propõe-nos a tarefa de criarmos uma máquina industrial que sirva da melhor forma o desenvolvimento da nossa ilha. Mas atenção: tudo terá de ser feito sem nos esquecermos do bem-estar da população.
Com o passar do tempo, e a melhoria das condições económicas, será expectável que as pessoas exijam outro tipo de produtos, para além dos bens de primeira necessidade. Até são capazes de passar a desejar alguns artigos de luxo.
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Pão e trabalho, antes de tudo o resto
No início, porém, tudo é linear. Recém-chegados a uma ilhota do Velho Mundo, os nossos imigrantes satisfazem-se com coisas básicas, como pão ou roupas de trabalho. É normal que, nesses primeiros tempos de míngua, a preocupação das pessoas não vá muito além de assegurar a sobrevivência e, se for possível, uma cerveja para afogar mágoas. Mas o mundo e a sociedade são tudo menos imutáveis e, por querermos o melhor para os que procuraram a nossa terra, pede-se ao jogador que planeie com sensatez as suas linhas de produção e que determine sabiamente quais serão as suas vias de especialização.
Para obter resultados palpáveis, será preciso pensar numa distribuição inteligente de lavradores, operários, artesãos, engenheiros e investidores. E manter um olho posto naquilo que as ilhas vizinhas estão a fazer. Qual delas será, no final, a mais próspera?
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