Independência financeira para concretizar projetos é, para muitos, uma ambição que começa cedo. Fazer uma viagem, comprar um carro, iniciar um negócio ou até estudar são algumas das metas dos mais novos, mas nem sempre são fáceis de concretizar. Nesse sentido, o crédito pessoal para jovens pode ser a solução.
Seja qual for a idade, a falta de dinheiro é sempre um obstáculo à concretização de sonhos e projetos. No entanto, para os mais novos, as dificuldades são maiores, seja porque ainda não trabalham ou porque a sua situação financeira é pouco sólida. Por isso, alguns bancos e algumas entidades financeiras evitam disponibilizar crédito pessoal para jovens. Contudo, há outros que têm esta oferta nos seus portfólios.
Descubra como funciona e como conseguir um crédito pessoal para jovens, dando assim o primeiro passo na direção dos seus objetivos.
O que é e quais as finalidades do crédito pessoal para jovens?
À semelhança de qualquer empréstimo pessoal, também no crédito pessoal para jovens não é necessário informar qual a finalidade a que se destina o dinheiro. Seja para estudar, para viajar ou para comprar um carro, uma televisão ou uma aparelhagem, o banco ou a instituição financeira não vai fazer perguntas.
Esta é, aliás, a grande vantagem de um crédito pessoal, e o que facilita também o acesso ao financiamento. Afinal, exige menos burocracia. Por exemplo, no crédito para estudantes exige-se o comprovativo de matrícula numa escola, universidade ou entidade de ensino, tornando o processo mais complexo.
No entanto, estes empréstimos específicos contam com outras vantagens, como a taxa de juro mais baixa ou a possibilidade de usufruir de períodos de carência.
Já no crédito pessoal comum, a taxa de juro é mais elevada. Para o terceiro trimestre de 2024, o Banco de Portugal definiu, neste tipo de financiamento, uma taxa máxima de 15,8%.
À parte estas diferenças – e o facto de ser dirigido a uma faixa etária entre os 18 e os 30 anos –, o crédito pessoal para jovens tem regras semelhantes às dos restantes empréstimos. O prazo de pagamento situa-se entre os dois e os sete anos e, por norma, é utilizada uma taxa fixa, pelo que a mensalidade definida é a mesma do início ao fim do crédito.
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