O crédito habitação representa uma das maiores fatias num orçamento familiar. Com a conjuntura atual, onde os bancos apresentam aos seus clientes melhores condições de financiamento, não deixe de rever o seu empréstimo da casa.
A transferência do crédito habitação tem se revelado uma ótima solução para quem pretende baixar as suas prestações mensais e poupar. Mas existem alguns fatores que deve ter em conta.
Os custos de transferir o crédito habitação
A transferência do crédito pode ter alguns custos associados, tais como as comissões de reembolso antecipado. Ou seja, se quiser mudar de entidade bancária, vai ter uma penalização do seu banco atual. Essas penalizações podem de 0,5% se tiver uma taxa variável (EURIBOR + spread) ou de 2% caso tenha uma taxa fixa. Estes são os únicos custos com o seu banco atual.
A boa notícia é que, hoje em dia, existem bancos que suportam todos estes custos, o que faz com que esta operação tenha custo zero.
Já com o banco novo, pode ter custos com a nova escritura, com a avaliação do imóvel, com a comissão de dossier cobrada pelo banco, entre outros. Os valores vão sempre depender de caso para caso e de banco para banco. Caso não tenha como suportar estes custos, saiba que o seu novo banco poderá inclui-los quando transferir o seu crédito habitação.
Mesmo com alguns custos associados à transferência, deve perguntar-se quanto é que vai poupar e, a partir desse valor, fazer contas e tomar uma decisão consciente. Não tenha medo de ouvir que o seu banco não suporta os custos. Tente primeiro perceber quais são as condições, fazer as contas e analisar quanto tempo vai demorar até começar a ter benefício.
O Doutor Finanças, graças aos seus canais privilegiados, opta sempre por apresentar aos seus clientes as entidades bancárias que não cobram qualquer tipo de serviço.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.
