Mudar de seguradora pode ser uma boa estratégia para reduzir os custos de alguns seguros e reforçar a proteção. Mas a decisão exige método, atenção aos prazos e às letras pequenas. No seguro certo, paga o justo e dorme descansado. No errado, arrisca surpresas indesejadas.
Antes de avançar, compare o valor do prémio face às coberturas, confirme prazos de denúncia e direitos de livre resolução. Além disso, garanta que a nova apólice replica exigências críticas, como capitais e beneficiários nos seguros ligados ao crédito habitação. A mudança compensa quando a poupança é real e a proteção não encolhe.
Mudar de seguradora: Quando faz mesmo sentido?
A mudança vale a pena quando há melhor proteção, poupança real e liberdade legal para sair. Porém, comece pelo essencial: que riscos precisa efetivamente de cobrir. Analise com atenção quais as coberturas de que realmente precisa. Depois, foque-se nos valores. O prémio anual só é barato se as coberturas e limites cobertos forem os mais adequados para o seu perfil e património.
No seguro automóvel e no seguro de saúde, o histórico de sinistros, idade e franquias pesam no preço. Já no seguro multirriscos, o capital de reconstrução e o recheio são essenciais. No seguro de vida, coberturas como ITP ou IAD e o capital decrescente influenciam a prestação.
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Ajustar estes parâmetros é, muitas vezes, metade da poupança. Mudar de seguradora pode ser a outra metade.
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