Comprar uma casa nem sempre é uma tarefa fácil quando não reúne uma poupança bastante significativa. Afinal, desde 2018 que o Banco de Portugal impôs limites ao valor de financiamento por parte das instituições de crédito.
Assim, há que ter em conta que o valor máximo de financiamento depende da avaliação da casa ou do valor da aquisição, servindo de referência sempre o valor mais baixo. Se o valor da avaliação for mais baixo do que o preço de venda, o comprador precisa de ter poupanças que lhe permitam comprar aquela casa, porque o valor do empréstimo será mais baixo.
Para perceber como é que a avaliação da casa pode condicionar a sua venda, de seguida, conheça quais são as limitações, como funciona a avaliação bancária, e quais as zonas do país onde existe maior discrepância entre o valor da avaliação dos imóveis e do valor de venda.
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O que é a avaliação bancária?
A avaliação bancária tem, normalmente, como objetivo apurar o valor de mercado de um determinado imóvel. Quando existe a necessidade de uma avaliação bancária, não é o banco que a faz e sim uma entidade independente, especializada em avaliações de imóveis.
Assim, perante a solicitação deste procedimento, a empresa vai enviar um perito independente, para que este analise o estado do imóvel, faça medições, tire fotografias e defina um valor final de avaliação. Todos os avaliadores devem ser profissionais certificados pela CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), sendo possível consultar uma lista com os profissionais que estão credenciados para fazer esta avaliação.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.
