A taxa anual de encargos efetiva global (TAEG) máxima permitida nos cartões de crédito, linhas de crédito e facilidades de descoberto vai descer no terceiro trimestre de 2026. Segundo os limites para as taxas máximas do crédito ao consumo divulgados pelo Banco de Portugal, este valor baixa de 19% para 18,5%.
Mas nem todos os tipos de crédito ao consumo registaram reduções. Em categorias como financiamento automóvel e crédito para educação, saúde e transição energética houve subidas. Veja, de seguida, os tetos máximos que vão vigorar ao longo de julho, agosto e setembro.
TAEG máximas no crédito pessoal também descem
A descida é ligeira, mas ao longo do terceiro trimestre de 2026, quem contrate um crédito pessoal sem finalidade específica terá de obter TAEG iguais ou inferiores a 15,3% – uma diferença ligeira face aos 15,6% do trimestre anterior. Já em comparação com período homólogo, a redução é mais expressiva: no terceiro trimestre de 2025, a TAEG máxima neste tipo de financiamento foi de 15,9%.
Em sentido inverso, o crédito pessoal para educação, saúde e transição energética registou uma subida. No terceiro trimestre do ano, o indicador que representa o custo total do crédito passa a ter um limite máximo de 8,9%, enquanto entre abril e junho, esse valor não pode ultrapassar os 8,5%.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.
