Nos primeiros meses de 2025, o ouro tem brilhado mais do que o normal. O metal precioso tem vindo a atingir sucessivos recordes históricos, ultrapassando os 3.060 dólares por onça, ou seja, cerca de 80 euros o grama. Mas será que ainda faz sentido investir agora ou o comboio já passou?
Esta valorização recente tem sido impulsionada por um conjunto de fatores que incluem a instabilidade geopolítica, a inflação persistente e a procura crescente por ativos considerados seguros. Para que perceba como os vários investimentos funcionam, historicamente sempre que há crises grandes, o valor do ouro sobe. Portanto, em teoria, devemos comprar ouro quando está tudo bem e ele está “barato”, para vender agora, quando está “caro”. Mas, e se ele continuar a subir?
O ouro como refúgio em tempos de crise
A história ensina-nos que o ouro é um refúgio em tempos de crise. Sempre que os mercados financeiros tremem e a incerteza paira no ar, há uma corrida ao ouro. O problema é que, muitas vezes, os pequenos investidores só entram quando o ouro já está perto dos máximos históricos – e aí o risco de uma correção (descida) acentuada é real. No entanto, há argumentos a favor de uma entrada agora, especialmente para quem procura diversificação.
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