O custo de vida dos portugueses aumentou nas últimas semanas devido à subida do preço dos combustíveis e do valor do cabaz alimentar, que nunca foi tão alto como no primeiro trimestre do ano. Este crescimento generalizado dos preços tem um impacto cada vez maior no dia a dia e, por isso, a gestão do orçamento mensal torna-se mais difícil para muitas famílias.
Saber como reorganizar as finanças revela-se essencial. Rever créditos e avaliar soluções como o crédito consolidado pode, em muitos casos, ajudar a reduzir a prestação mensal e aliviar o orçamento ao fim do mês.
O casal que poupou quase 700 euros por mês com a ajuda do Doutor Finanças
Com um crédito habitação, um crédito pessoal e dez cartões de crédito com despesas ativas, a Paula e o Miguel (nomes fictícios) tinham uma taxa de esforço de mais de 90%. Significa que quase tudo o que ganhavam se destinava a pagar os seus vários compromissos financeiros.
Com a recente subida do custo de vida, a dificuldade em gerir todas as prestações agravou-se.
Sentindo-se demasiado pressionados, o vendedor de loja (Miguel) e a assistente de backoffice (Paula), ambos na casa dos 40 anos, recorreram ao Doutor Finanças. Os especialistas analisaram todas as despesas e procuraram as melhores opções para a situação financeira do casal.
A solução passou por juntar o crédito pessoal com os dos dez cartões, através da consolidação. Isto permitiu reduzir a prestação mensal em quase 50%.
Antes de nos procurar, a Paula e o Miguel pagavam 1.582 euros em empréstimos todos os meses. Com a nossa ajuda, passaram a pagar 883 euros. Ou seja, com uma única prestação e melhores condições conseguiram aliviar a sua mensalidade e começaram a poupar 698 euros todos os meses – cerca de 8.400 euros por ano.
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Crédito Consolidado: Juntar empréstimos e reduzir a prestação mensal
A subida do custo de vida, como a que se tem sentido nos últimos meses, não acontece de forma isolada. A soma de pequenos aumentos acumula-se e acaba por ter impacto significativo no orçamento familiar. Despesas essenciais como alimentação, energia e transportes ocupam uma fatia cada vez maior do rendimento disponível e quando existem vários créditos ativos, a pressão aumenta.
Entre os sinais mais comuns desta pressão financeira estão:
- Dificuldade em gerir várias prestações ao mesmo tempo;
- Necessidade de aliviar mensalidades;
- Reduzida capacidade para poupar mensalmente;
- Sensação de que o rendimento já não chega como antes;
- Incapacidade para fazer face a uma despesa inesperada.
Perante este cenário, a reorganização financeira deixa de ser apenas uma opção. É um passo importante para recuperar controlo e estabilidade, de forma sustentável.
O crédito consolidado permite juntar créditos num só financiamento, com uma única prestação mensal, debitada numa única data, o que facilita a organização das despesas.
Mas importa não confundir: consolidar créditos não elimina a dívida. Trata-se de reorganizar os encargos, tornando-os mais ajustados à capacidade financeira do momento.
Na prática, o crédito consolidado pode ajudar a:
- Reduzir prestação mensal;
- Simplificar a gestão financeira;
- Ganhar maior previsibilidade: uma só prestação, um só prazo, um só interlocutor.
Cada situação deve ser analisada com cuidado, tendo em conta os objetivos e o perfil financeiro individual.
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Leia ainda: Prestações dos créditos a pesar? Descubra o segredo de quem já começou a poupar.
Como o Doutor Finanças ajuda na reorganização financeira
Em muitos casos, perante um orçamento familiar apertado, contar com apoio especializado faz a diferença. Uma abordagem estruturada permite perceber como reorganizar as finanças, quais as melhores soluções e onde é possível criar folga.
No Doutor Finanças, tratamos de tudo por si…analisamos a sua situação financeira, as suas necessidades e os seus objetivos, e comparamos propostas de várias entidades. Ao longo do processo:
- Avaliamos os seus créditos, as despesas existentes e as necessidades financeiras;
- Negociamos condições específicas junto de vários bancos e entidades financeiras;
- Tratamos de toda a burocracia (o cliente só tem de se preocupar com entregar documentos e avaliar as propostas);
- Fornecemos apoio especializado na tomada de decisão – e o melhor de tudo isto é que é um processo simples, rápido e sem custos!
Este acompanhamento próximo e contínuo – do início ao fim do processo – permite encontrar soluções ajustadas à realidade de cada família, com maior clareza e confiança, reforçando a reorganização financeira em contexto de subida do custo de vida.
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Perguntas frequentes
Ao pedir um crédito, a instituição financeira vai analisar a sua situação para saber se tem condições para pagar as prestações e, assim, cumprir o compromisso que assumiu. O objetivo desta avaliação é perceber se consegue pagar as prestações do crédito e evitar possíveis incumprimentos. Para tal, vai ter de apresentar documentos que comprovem a sua situação financeira, nomeadamente os recibos de vencimento ou os extratos bancários.
Não. Vamos simplesmente procurar, reunir e apresentar-lhe as várias opções de acordo com as suas necessidades. No fim, a decisão é sua. Não precisa de avançar com o processo connosco, se assim o decidir.
É um processo rápido, mas depende do tipo de créditos a consolidar. O seu especialista vai acompanhando todo o processo e dá-lhe sempre uma previsão do tempo necessário.
Um intermediário de crédito é alguém – pessoa ou empresa – que faz a mediação entre o cliente e o banco ou a instituição de crédito. Os intermediários de crédito estão registados no Banco de Portugal e precisam da autorização do regulador para atuarem no mercado.
Não. O nosso papel é intermediar o processo e encontrar a melhor solução para si. Quem faz a consolidação e liquida os créditos é a entidade parceira.
Fazemos a mediação entre o cliente e a instituição financeira, apoiamos na recolha de documentação necessária, esclarecemos todas as dúvidas do cliente nas várias etapas da análise e ajudamos a tomar melhores decisões financeiras. Em suma: o Doutor Finanças trata de toda a burocracia, de forma simples, eficaz e sem custos para si.
Trabalhamos em parceria com os principais bancos, financeiras e seguradoras, tendo assim acesso a canais privilegiados. O que fazemos é negociar com os bancos e as seguradoras até conseguirmos a melhor proposta de crédito para o seu caso.
Não. Nós tratamos de toda a burocracia e negociação por si.
A maioria dos documentos são idênticos aos que entregou para a aprovação do empréstimo. Um trabalhador por conta de outrem precisa de entregar os seus últimos três recibos de vencimento, os extratos bancários dos últimos três meses, apresentar a sua última declaração de IRS, a nota de liquidação do IRS e o Mapa de Responsabilidades de crédito do Banco de Portugal. Já se for um trabalhador independente, terá de apresentar os seus recibos verdes dos últimos seis meses, e todas as outras obrigações referidas para os trabalhadores dependentes.
Sim. Nós faremos as nossas recomendações, mas a escolha final é sempre sua.
A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.
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