As mulheres ganham menos 13,2% do que os homens, com base no salário médio comunicado pelas empresas, segundo a sexta edição do Barómetro das Diferenças Remuneratórias entre Mulheres e Homens, publicada no final de junho de 2024. Estes dados têm por base os Quadros de Pessoal de 2022, recolhidos em 2023.
Embora esta diferença seja significativa, olhando para as edições anteriores, este valor tem diminuído na última década. Em 2010, havia uma diferença de 17,9% em desfavor das mulheres.
Neste Dia Internacional da Igualdade Salarial, olhamos para as principais conclusões do relatório.
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Mulheres ganham menos 160 euros na remuneração média base
Usando os indicadores publicados na mais recente edição do barómetro, os trabalhadores por conta de outrem a tempo completo, com uma remuneração completa, representam 2.470.705 pessoas. Deste total, 54,7% são homens (1.351.146) e 45,3% são mulheres (1.119.559).
Olhando para os dados de 2022, recolhidos em 2023, a diferença entre o salário médio das mulheres e dos homens (GPG), era de 13,2% em desfavor das mulheres. Este valor diz apenas respeito à remuneração média base. Em euros, verificou-se que as mulheres ganhavam uma remuneração média base de 1.049,80 euros. Já os homens registavam uma remuneração média base de 1.209,70 euros.
Contudo, em termos da remuneração média ganha, a diferença aumenta. As mulheres ganham 1.233,10 euros e os homens 1.468,20 euros. Desta forma, o GPG sobe para 16%.
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